Resenha: Princesa Adormecida
Com muita criatividade ela transforma a história, mas mantendo a alma do conto de fadas, com o desmaio após a picada; e a princesa ficando adormecida por tempos; o príncipe que acorda a personagem... Mas de um jeito muito mais atual e que faz qualquer um acreditar em um FELIZES PARA SEMPRE, mesmo que príncipes encantados não existam.
O livro começa contando um pouco da história de Áurea (Anna Rosa) que é filha do primo de um príncipe de uma cidade na França e uma brasileira. A personagem é sequestrada em seu batizado Marie Mallevile- uma mulher que era apaixonada pelo pai de Áurea -, mas o esconderijo dela é revelado por Felipe, o menino que viu tudo acontecer. Alguns anos mais tarde, a família de Áurea começa a receber cartas de Marie Mallevile falando que ela destruiria o primeiro amor de Áurea. Com medo, o pai e à mãe de Áurea fingem sua morte e mandam ela para o Brasil para protegê-la, onde começa o desenrolar da história. O livro é muito bom, a autora conseguiu desprender da história da Bela Adormecida mas manter a essência do conto de fadas. Durante o livro a princesa troca mensagens com um menino chamado o Phil e no livro tem os balõezinhos, além disso também parece a personagem DJ Cinderela, Cíntia do Livro das Princesas, criando um meio entre os dois livros. Também tem imagens de jornais contando um pouco da história, o que faz o livro mais interessante. Um livro que surpreende a cada capítulo e que vale muito a pena ler.

Comentários
Postar um comentário